segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Novas medidas?
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Passos Coelho diz que voará sempre em económica na Europa
Sapo
segunda-feira, 6 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
Manuela Ferreira Leite e Passos Coelho atacam forte em José Sócrates
“Nem tranquila fico se ele ficar na oposição, porque acho que ele na oposição vai ser tão pernicioso para o país quanto na liderança do país”, disse a ex-líder do PSD num jantar comício nos arredores de Barcelos com cerca de 1300 pessoas.
Ferreira Leite explicou que José Sócrates vai “fazer a maior das afrontas a tudo que vai ser feito para cumprir o acordo [com a “troika”] que ele próprio assinou e que diz que é a solução do pais (…)”. E alertou para o risco de o primeiro-ministro “vir a não cumprir” o que ficou negociado, caso venha a ganhar novamente as eleições.
Passos atira Grécia contra Sócrates
No comício, Pedro Passos Coelho dramatizou o resultado das eleições de 5 de Junho e advertiu que, “se tudo continuar como está” e o PS de José Sócrates continuar a Governar, Portugal pode seguir o exemplo da Grécia no prazo de seis meses.
“Se continuarmos como estamos hoje, em meio ano estaremos como a Grécia que está hoje”, afirmou o líder do PSD no jantar em que deixou vários elogios à sua ex-adversária na corrida à liderança.
sábado, 21 de maio de 2011
"O senhor é incapaz de discutir as responsabilidades"
"O senhor é incapaz de discutir as responsabilidades"
Margarida Vaqueiro LopesFoi um Passos Coelho mais incisivo que hoje enfrentou José Sócrates no último debate antes do início oficial da campanha eleitoral.
O início do encontro até pertenceu a José Sócrates, mas foi o candidato social-democrata que mais se destacou no último debate da semana, que opôs os líderes dos dois principais partidos da oposição, na RTP.
Questionado sobre por que deveria receber dos portugueses uma nova oportunidade, José Sócrates voltou a apontar culpas à oposição respondendo que "estávamos a fazer o nosso caminho, mas esse processo foi interrompido por uma crise política".
E sublinhando que a diferença entre PS e PSD está fundada sobretudo na questão do Estado Social, o primeiro-ministro demissionário referiu que, nesse sentido, "se trata de me dar uma nova oportunidade, mas de fazer uma escolha".
Já Passos Coelho recordou os líderes britânicos David Cameron e Tony Blair, quando confrontado com a sua ‘inexperiência'.
"David Cameron também nunca fez parte de um Governo e as expectativas em relação ao trabalho dele são muito elevadas. E até é mais novo do que eu, só para realçar uma das coisas que às vezes apontam como sendo um problema, que é o facto de eu ter 46 anos. Tal como Tony Blair, que também não tinha experiência. Portanto, creio que essa é uma falsa questão", relativizou o líder laranja.
O encontro ficou marcado sobretudo pelos temas da saúde, do emprego e da Taxa Social Única, com José Sócrates a pedir esclarecimentos sobre os "co-pagamentos que o PSD quer implementar" no Serviço Nacional de Saúde, e sobre a revisão constitucional proposta pelo partido de Passos Coelho, que "apresentava fundamentalmente três mudanças [incluindo o final de um SNS tendencialmente gratuito]: a proibição do despedimento por justa causa e que Estado deixasse de ter obrigação de ter uma rede de escolas públicas".
Na mesma ocasião, José Sócrates acusou ainda o partido social-democrata de apresentar propostas que "rompem com um consenso na Europa sobre o que são as linhas do Estado Social".
Passos Coelho retorquiu, afirmando que "o engenheiro Sócrates é o primeiro-ministro da área socialista que mais maldades e malfeitorias fez ao Estado social. Foi o primeiro primeiro-ministro que cortou os salários na função pública, diminuiu comparticipações dos medicamentos, reduziu subsídios e abonos [...] e agora vem aqui querer dizer ao País, que isto está muito mal por causa da crise internacional, e ‘cuidado, que dali do outro lado', apontando para mim, está alguém que quer destruir o Estado Social?", questionou Passos.
"Portugal tem 700 mil desempregados. Se o senhor conseguir explicar aos portugueses porque é que chegou a uma situação em que o Estado social está cada vez menos presente para apoiar as pessoas, depois podemos falar da revisão constitucional", concluiu o líder social-democrata.
Seguiu-se uma acesa troca de ‘citações' dos dois responsáveis, com José Sócrates a acusar Passos Coelho de em 2010 ter assinado um relatório da empresa onde era então administrador, e onde admitia haver um cenário de crise internacional que tinha impactado negativamente na economia nacional, e com o presidente do PSD a recordar as diversas entrevistas do primeiro-ministro demissionário em que afirmava que "não estava disponível para Governar com o FMI", que "não será necessário cortar salários da função pública" e que "não haverá aumentos de impostos". Mais tarde, acusou Passos, José Sócrates cortou nos salários, aumentou os impostos e quer governar com o programa do FMI.
"Essas declarações foram feitas antes da crise da divida soberana. E todos os Países tiveram que alterar as políticas orçamentais. Mudou Portugal como mudaram todos os países europeus. Lamento muito mas o senhor não tem razão. O Governo fez o seu dever para melhor fazer cumprir os seus objectivos", disse defendeu-se o líder socialista.
Já em relação ao relatório citado por Sócrates, Passos diria apenas que "escrevi aquilo que penso e porventura mudo de opinião porque a realidade muda". Mas, notou, "As suas decisões afectaram muito mais os portugueses do que esse relatório que o senhor leu".
"Este é o resultado das suas políticas"
Questionado sobre o que faria em termos de saúde. José Sócrates respondeu que o PS continuará a investir na "unidade de cuidados continuados, em reformar a rede urgência, em melhorar a nossa rede hospitalar". Não foi, no entanto, mais longe, o que fez com que Passos Coelho adoptasse uma postura mais descontraída, e dissesse, em tom de brincadeira: "quando ouvimos o senhor, percebemos duas coisas: que o País está bem, que Portugal melhorou muito em todos os sectores, que o senhor ministro das Finanças estava enganado, que o Estado afinal não precisava de aumentar os impostos brutalmente no ano passado, e que não precisou de cortar subsídios e abonos".
"Este é o resultado das suas políticas", acusou. "É isto que os portugueses sentem. E acrescentou que "o senhor é incapaz de assumir as suas responsabilidades. Insistiu em iniciar este debate a discutir as minhas ideias, o que é muito lisonjeiro. Mas gostava de o ver discutir as suas responsabilidades. O senhor vai a votos como primeiro-ministro. A dificuldade que o senhor tem em discutir a responsabilidade da acção do seu Governo espanta os portugueses", concluiu.
O debate foi subindo de tom e o líder socialista reagiu acusando Passos Coelho de "em vários momentos da sua intervenção política, ter posto em causa a minha palavra" e redarguindo que "eu assumo todas as responsabilidades. Portugal está a enfrentar uma crise que não provocou. Mas nunca virei a cara a enfrentar as dificuldades. O senhor é responsável por criar uma crise politica no nosso pais. Levou Portugal a ter que pedir ajuda externa, o que nos conduziu a um programa em que temos que aceitar todas as medidas que estavam no PEC IV que o senhor recusou. O senhor abriu esta crise política para ganhar as eleições. Mas esta crise política prejudicou a economia nacional", salientou o primeiro-ministro demissionário.
"O engenheiro Sócrates criou uma fantasia", respondeu, por seu lado, Passos Coelho. É que o Parlamento quando lhe chumbou o PEC foi apenas porque os partidos políticos estavam cheios de pressa para ir para o Governo", disse em tom irónico. "Eu não tenho nenhuma pressa para ir para o Governo. Nunca exigi a ninguém contrapartidas governativas para aprovar com o Governo medidas difíceis. Várias medidas difíceis, tomou-as, porque o PSD lho permitiu", sublinhou.
José Sócrates acusou então o líder laranja de estar "à espera dessa ajuda externa para apresentar uma moção de censura. Sempre foi essa a sua estratégia. O País não precisava de ajuda externa. Isto tem custos. Quem provocou a ajuda externa foi o senhor. Na única decisão importante que o senhr teve que tomar na sua vida política, decidiu abrir uma crise política", responsabilizou.
No final do encontro, apenas um ponto mereceu o consenso dos dois responsáveis: ambos os líderes garantiram que só ocuparão o cargo de primeiro-ministro se "o povo" assim o decidir.
A campanha eleitoral arranca já na próxima semana, com todos os candidatos a São Bento na rua à procura de uma maioria no dia 5 de Junho.
terça-feira, 17 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
O Obama Português????
O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, considerou ontem que é "o mais africano de todos os candidatos ao Parlamento", pela sua ligação pessoal a África, por ter uma mulher da Guiné-Bissau e uma filha que "também é africana".
"Posso-vos garantir que eu sou o mais africano de todos os candidatos ao Parlamento que existem em Portugal", declarou Pedro Passos Coelho, durante um encontro com imigrantes, na Amadora.
"E, não querendo que isto seja uma desculpa, que não é, a verdade é que podem ter a certeza de que eu tenho uma sensibilidade muito especial para tudo o que são os problemas destas comunidades. A minha raiz pessoal está muito ligada a África, também.
Praticamente posso dizer que casei com África", acrescentou o presidente do PSD.
Passos Coelho recebeu palmas quando disse estas palavras, e completou: "É verdade, porque a minha mulher é da Guiné-Bissau, é de Bissau, e, portanto, a minha filha mais pequenina também é africana. É verdade, também tem uma costela africana".
Expresso
Teremos aqui o nosso próprio Obama?
Especial Opinião - Sócrates: O fantástico politico
terça-feira, 10 de maio de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
PSD apresenta hoje programa eleitoral
O Conselho Nacional do PSD reúne este domingo para aprovar o programa eleitoral com que Passos Coelho vai disputar as eleições legislativas de 5 de Junho. Isto numa altura em que as sondagens dão conta de um empate técnico entre PS e PSD.
O documento dos social-democratas, coordenado pelo ex-ministro das Finanças de Cavaco Silva, Eduardo Catroga, prevê um "amplo" programa de privatizações (EDP, TAP, REN e Águas de Portugal), conforme afirmou Pedro Passos Coelho, em entrevista à RTP 1, na passada quarta-feira, em que voltou a pedir aos portugueses uma maioria absoluta.
No mesmo dia, o presidente do PSD disse ainda, no programa 5 para a Meia Noite, da RTP2, querer reduzir o número de deputados na Assembleia da República dos actuais 230 para os 181 parlamentares, esclarecendo que a opção por um número ímpar serviria para evitar empates nas votações parlamentares, além de que, desta forma, o Parlamento "funcionaria melhor".
Além disso, Passos Coelho reiterou ontem, no certame da Ovibeja, que um Governo liderado por si não terá mais de dez ministérios, revelando que um deles irá chamar-se Ministério da Agricultura, do Mar e do Território.
O Diário de Notícias (DN) avança hoje, por sua vez, que o programa eleitoral social-democrata quer reduzir 50% dos assessores, prevendo ainda cinco saídas para uma entrada na função pública e 15% de cortes nas despesas de todos os ministérios.
Diz ainda o DN que o PSD quer o fim dos governos civis, a extinção de empresas estatais, juízes com ajuda de estagiários e sentenças simplificadas, mais autonomia das câmaras na educação e na saúde e, por último, um pacto fiscal entre partidos para manter impostos abaixo dos 35% do PIB.
sábado, 30 de abril de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Humor Político - Discussão entre responsáveis políticos e a troika
sábado, 16 de abril de 2011
“Vou ser franco: ainda não vi o programa do PSD” - Fernando Nobre
quinta-feira, 14 de abril de 2011
PSD quer conhecer ao pormenor as contas públicas
Esta informação, é na prática, aquela que está a ser dada pelo governo à equipa do FMI.







